Grupo greca asfaltos 58 anos

Conheça um pouco mais de nossa história:

Confira na linha do tempo abaixo, os principais fatos da história do Brasil, do Paraná e de Curitiba; que se misturam com a história da GRECA Asfaltos:

1938

CONSELHO NACIONAL DO PETRÓLEO

1945

FUNDO RODOVIÁRIO NACIONAL

1946

CRIAÇÃO DO DER/PR

1950

DESENVOLVIMENTO DA INDÚSTRIA NO BRASIL

1953

PETROBRAS S.A.

1950/60

JUSCELINO KUBITSCHEK

1959

FUNDAÇÃO DA B.GRECA

1968

SR. AMADEU CLOVIS GRECA INGRESSA NA SOCIEDADE

1969

PARCERIA ENTRE B.GRECA E PREFEITURA DE CURITIBA E DER/PR

1960/70

MILAGRE ECONÔMICO E MULTINACIONAIS

1973

ASSINADO ACORDO PARA FORMAÇÃO DA CIDADE INDUSTRIAL DE CURITIBA.
NO INÍCIO DA DÉCADA DE 70, A GRECA TRANSPORTOU CALCÁRIO PARA A CIMENTO ITAÚ DO PARANÁ S.A.

1974

A B.GRECA MUDA DE ENDEREÇO E SEGUE PARA A VILA HIGIENÓPOLIS, AINDA EM CURITIBA

1975

COMEÇAM OS PRIMEIROS CARREGAMENTOS DE ASFALTO REALIZADOS PELA B.GRECA

1977

INAUGURAÇÃO DA REFINARIA
PRESIDENTE GETÚLIO VARGAS - REPAR, NO MUNICÍPIO DE ARAUCÁRIA.
É CONSTITUÍDA A VOLVO DO BRASIL MOTORES E VEÍCULOS S.A., EM CURITIBA

1978

TRANSPORTE DE MATERIAIS BETUMINOSOS

1980

PRIMEIRAS CARRETAS DE 25 TONELADAS PARA COMPOR A FROTA

1986

MUDANÇA PARA A UNIDADE MATRIZ ATUAL, EM ARAUCÁRIA

1990

1ª UNIDADE FILIAL, EM PAULÍNIA (SP)

1992

ATIVIDADES DE DISTRIBUIÇÃO DE ASFALTOS

1993

NOVAS FILIAIS EM SERRA (ES) E S.J. DOS CAMPOS (SP)

1994

FUNDAÇÃO DA GRECA TRANSPORTES DE CARGAS LTDA.

1995

CONSTRUÇÃO DA FÁBRICA DE EMULSÕES, EM ARAUCÁRIA.
PROJETO E CRIAÇÃO DAS CARRETAS DE 27 TONELADAS

1996

CONCESSIONÁRIAS COMEÇAM A ATUAR NAS RODOVIAS DO PARANÁ

1997

CRIAÇÃO DO CPD&I GRECA ASFALTOS.
PRIMEIROS PRODUTOS GRECA ASFALTOS: EMULSÕES COM POLÍMEROS.
FÁBRICA EM GUARULHOS (SP)

1998

É CRIADA A ANP - AGÊNCIA NACIONAL DE PETRÓLEO E GÁS NATURAL.
FUNDAÇÃO DA GRECA DISTRIBUIDORA DE ASFALTOS LTDA.

2000

ESTUDOS COM ASFALTO-BORRACHA.
INAUGURAÇÃO DA FÁBRICA EM ESTEIO (RS).
ABERTURA DA UNIDADE DE CAMPO GRADE (MS).

2001

1º TRECHO EXPERIMENTAL COM ASFALTO-BORRACHA NO BRASIL, NA BR 116 NO RS
(clique aqui para conferir essa).

2002

LANÇAMENTO DOS PRODUTOS CM-IMPRIMAÇÃO E CAPSPUMA.
INAGURAÇÃO DA UNIDADE DE CASCAVEL (PR)

2003

LANÇAMENTO DO G-BOND

2004

AQUISIÇÃO DA RESERVA AMBIENTAL DE ARAUCÁRIA.
CRIAÇÃO DA ATRIA S/A, FINANCEIRA DO GRUPO VOLTADA PARA O ATENDIMENTO À CLIENTES GRECA.

2005

AMPLIAÇÃO DA FÁBRICA DE ARAUCÁRIA

2006

INAUGURAÇÃO DA FÁBRICA EM CUIABÁ (MT).
AMPLIAÇÃO DA ESTRUTURA FABRIL DE GUARULHOS.
PARCERIA COM O INSTITUTO RECRIAR.
INCORPORAÇÃO DA FEAMIG

2007

IMPLANTAÇÃO DA 7ª FÁBRICA DE ASFALTOS, NA UNIDADE DE BETIM (MG).
INAUGURAÇÃO DA UNIDADE INDUSTRIAL DE MARACANAÚ (CE).

2008

FALECIMENTO DE NOSSO FUNDADOR, BELMIRO GRECA.
INAUGURAÇÃO DA FÁBRICA DE S.J. DO RIO PRETO (SP).
LANÇAMENTO DO FLEXPAVE, ASFALTO MODIFICADO POR POLÍMEROS.

2009

CINQUENTENÁRIO DA GRECA ASFALTOS.
LANÇAMENTO DOS PRODUTOS G-WMIX E HARDCAP.
INTRODUÇÃO DAS CARRETAS DE 50 TONELADAS.

2010

LANÇAMENTO DO ECOFLEX 3G. TERCEIRA GERAÇÃO DO PRIMEIRO ASFALTO-BORRACHA DO PAÍS.

2011

10 ANOS DE ECOFLEX

2012

INAUGURAÇÃO DA UNIDADE DE ITUMBIARA (GO)

2014

55 ANOS DO GRUPO GRECA ASFALTOS

2016

15 ANOS DESDE A PRIMEIRA APLICAÇÃO DE ECOFLEX, O ASFALTO BORRACHA DA GRECA. (clique aqui e confira a timeline deste sucesso)

2017

GRECA ASFALTOS, 58 ANOS. COM CORAGEM PARA SONHAR E ATITUDE PARA REALIZAR, NOS TORNAMOS REFERÊNCIA NA FABRICAÇÃO E TRANSPORTE DE PRODUTOS ASFÁLTICOS.

EM NOSSA CONTABILIDADE ECOLÓGICA, ULTRAPASSAMOS A MARCA DOS 9 MILHÕES DE PNEUS CONSUMIDOS NA PRODUÇÃO DO ECOFLEX

No caminho
do desenvolvimento
(Anos 50/60)

Os anos cinquenta foram decisivos no desenvolvimento do Brasil; foi a partir de políticas de investimento e de nacionalização realizadas pelos governos desse período que o país começou a desenhar seu perfil industrial. O incentivo às indústrias de base e à produção de energia eram essenciais para desenvolver os demais setores mais significativos para o tão desejado desenvolvimento brasileiro. Não por acaso, em 1953, depois de uma campanha popular, o presidente Getúlio Vargas assinou a Lei 2.004, que instituiu o monopólio estatal da pesquisa e lavra, refino e transporte do petróleo e seus derivados e criou a Petróleo Brasileiro S.A. - Petrobras.
O país tinha oportunidades, precisava de tudo e, mais ainda, de pessoas decididas a trabalhar, a vestir a camisa do progresso e transformar o Brasil numa grande nação, com qualidade de vida e autonomia. Nessa época, muitos homens lançaram-se em projetos e nas ofertas que um país em crescimento dispõe e, que hoje, após cinco décadas, reconhecemos como empreendedores.
Foi assim com o Sr. Belmiro Greca, um brasileiro que no início da década de 50 trabalhava como autônomo, com seu caminhão, carregando pedras da pedreira de seus irmãos, em Curitiba, e distribuindo para as empreiteiras da cidade.
Nessa época o Paraná, bem como sua capital, viviam sob o processo de urbanização, decorrente do estímulo desenvolvimentista nacional e o Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná - DER-PR, criado em 1946, trabalhava para viabilizar o Plano Rodoviário do Estado, essencial para escoar as riquezas agrícolas.
Assim, oportunidades em serviços que alimentassem de matéria-prima as empresas contratadas aumentava e o nome do seu “Seu Greca”, como costumava ser chamado, destacavase nesse mercado pela qualidade e agilidade no transporte de pedras. Não demorou muito, até que um de seus clientes lhe ofereceu um grande volume de carga para transportar e Belmiro percebeu que um caminhão apenas não era suficiente. Foi quando contou com seu amigo, o Sr. Fabio Macedo, que o ajudou conforme relatava quando questionado sobre o começo da empresa:
Subimos lá na casa dele; ele pegou uma importância x, que nem lembro mais quanto era, pegou um papel de embrulho, me fez assinar, me deu o dinheiro e disse:
- Pegue! Compre os caminhões e vá trabalhar.
- Então, está bem... Vamos trabalhar!"
E foi assim, com muito trabalho com e dois caminhões que o “Seu Greca” fundou, em 10 de setembro de 1959, em sociedade com sua esposa, a Sra. Regina Rigotto Greca, a B.Greca & Cia. Ltda. A empresa, com o gênero de comércio de “Transportes em Geral” (areia, cal, pedras, etc.) funcionava na casa do casal, na Rua Marechal Hermes, nº. 1972, em Curitiba, conforme o primeiro registro da firma que também descreve o escritório na José Loureiro, no Centro.

Unindo forças

Com a chegada dos anos 60 a população paranaense dobrou em número de habitantes em relação à década anterior. Conforme censo, ultrapassou os 4 milhões e confirmou o crescimento alavancado na década anterior. Era preciso diversificar a indústria e os serviços para atender essa população que ocupava o Estado; era essencial ampliar a infra-estrutura básica, e o governo estadual destinou boa parte de seus recursos nessas áreas, como as de energia elétrica e pavimentação de rodovias.
As atividades da B.Greca & Cia Ltda. caminhavam bem nos seus primeiros anos, atendendo prioritariamente às construtoras e alguns setores públicos. “Seu Belmiro” trabalhava ativamente, primando à agilidade e à rapidez nas entregas, características, aliás, que levaram seu nome a ser conhecido por empreiteiros, principalmente por aqueles que atendiam o Governo.
Nessa época, com as atividades em sua residência, seu filho Amadeu Clovis Greca, que já ajudava o pai quando era autônomo, passou a participar cada vez mais da empresa, mesmo com emprego em outra área. Foi ele, inclusive, que levou os documentos para a abertura da empresa ao escritório de contabilidade. A sua participação seria decisiva para a empresa, pois foi a partir de bons contatos de Amadeu que a B.Greca passou a atender o DER-PR, transportando cimento e combustíveis para as obras das principais rodovias que o Departamento realizava ao longo dos anos 60.
Com essa nova oportunidade, que deu mais força à empresa, inclusive no número de caminhões que chegaram a sete, “Seu Belmiro” convidou Amadeu para integrar oficialmente a empresa, que deixou seu emprego na época, e assumiu, no lugar da sua mãe, a sociedade na função de gerente da B.Greca Cia & Ltda., dividindo as funções com seu pai e aumentando o capital da mesma.
O ano era 1968, e a empresa passaria ainda por outras importantes alterações, como: a ampliação de sua área de atuação, passando também a serviços de: “Transporte Rodoviários à granel de derivados de petróleo, asfalto em geral”; e, à mudança de endereço à Rua Brasilino Moura, 326, ainda na capital.
No ano seguinte, a B.Greca firma mais um importante contrato, agora com a Prefeitura Municipal de Curitiba, para “transportar da Usina de Asfalto do Bairro do Pilarzinho, 150 toneladas aproximadas, por mês, de asfalto de penetração, tipo A.C. 85-100, fabricação da Petrobrás – oriundo da Refinaria Presidente Bernardes, Cubatão – Estado de São Paulo”, conforme registro em livro de contratos da prefeitura, com data de 14 de agosto de 1969 e vigência de seis meses.
Diante desse novo perfil, do panorama de crescimento em serviços decorrente da oportunidade do trabalho para a Prefeitura Municipal de Curitiba e para o DERPR, bem como da boa relação com a Secretaria de Obras Públicas e da união de forças entre pai e filho, que a B.Greca & Cia. Ltda. recebeu mais uma oferta, que mudaria novamente o rumo da empresa: a possibilidade de transportar asfalto.

Transporte de asfalto:
a consolidação da marca GRECA
(Anos 70/80)

No início dos anos 70 o Brasil viveu mais um forte momento de crescimento com incentivos como o aumento do crédito ao consumidor, a ampliação da infraestrutura, a entrada de multinacionais, o estímulo à produção de bens duráveis, principalmente do setor automobilístico, entre outros. O empenho do governo militar em tornar o país uma nova potência fez com que a economia, no início dessa década, apresentasse resultados únicos, com o PIB crescendo a 12% e o setor industrial a 18% ao ano.
No Paraná as iniciativas do governo federal favoreceram também os agronegócios, destaque para o plantio de soja, já que o Estado chegou a produzir 40% do volume nacional. Essa cultura agrícola teve efeito direto e decisivo na urbanização e industrialização do Estado. A exemplo, o mapa rodoviário paranaense, que foi ampliado para escoar a produção. Na segunda metade da década de 70, segundo o DER-PR, foram construídas e conservadas mais de quatro mil quilômetros de rodovias.
Foi nesse período de “milagre econômico” que a B.Greca & Cia Ltda. ampliou seus serviços e passou também a transportar asfalto para atender seus clientes e parceiros que, já satisfeitos com o atendimento da B.Greca , demandavam mais essa atividade. Aos poucos a empresa foi aperfeiçoando-se nesse tipo de transporte que “era mais especializado e naquele momento não tinha nenhuma empresa atuando. As empreiteiras precisavam de um serviço especial, um tipo de transporte diferente dos demais, e nós encaramos”, afirma Amadeu ao falar sobre porque a B.Greca, naquela época, escolheu dedicar-se ao transporte de asfaltos.
Não demorou muito e a empresa, em fase de expansão, mudou de endereço para um espaço mais amplo que comportasse o número maior de caminhões, que já chegava a dez na frota, e que ficasse numa localização mais estratégica. Assim, em setembro de 1974 a sede da firma passou para a Rua Anita Ribas, 300, na Vila Higienópolis, em Curitiba.
A partir da mudança, “Seu Belmiro” afastou-se das atividades da B.Greca e Amadeu passou a administrar, sozinho, a empresa, contando com alguns colaboradores, entre eles os motoristas, a secretária e Antonio Perussulo, um funcionário da logística que acompanhou a história da empresa por  quase 40 anos.
Com uma tarefa bem certa, Perussulo entrou na empresa em 1972 para cuidar do transporte de calcário para a produção da Cimento Itaú Paraná S/A, em Itaperuçu/PR. O contrato durou pouco mais que um ano e Perussulo deixou de pegar o trem diariamente à Itaperuçu e juntou-se à equipe em Curitiba.
Após essa e outras experiências de transporte de diferentes materiais, a B.Greca dedicou-se quase que exclusivamente ao transporte de asfalto, oferecendo sempre a qualidade no atendimento, a agilidade e a fidelidade dos clientes, que já lhe eram características. Em menos de uma década, o nome Greca se consolidou no setor e virou sinônimo de eficiência em transporte de asfalto, o que, com muito trabalho de seus fundadores e colaboradores, permitiu-lhe crescer cada vez mais.

Rumo à Araucária

Ainda na década de 70, fatos importantes marcaram o desenvolvimento de Curitiba e sua Região Metropolitana, entre eles a formação, em 1973, da Cidade Industrial de Curitiba, que visou a descentralização industrial do Governo Federal; e a construção da Refinaria Presidente Getúlio Vargas – REPAR, no Município de Araucária, inaugurada em 1977, na presença do então presidente da República, Ernesto Geisel e que se tornou a principal empresa do setor petroquímico paranaense e a maior indústria do sul do País.
Com a construção da refinaria, a B.Greca comprou, na década de 1980, uma propriedade em Araucária e construiu suas primeiras instalações. A nova mudança foi mais um passo importante na qualidade do serviço prestado pela empresa, pois com a proximidade da Repar, os caminhões passavam menos tempo em trânsito, o que agilizava ainda mais os transportes, conforme o depoimento a seguir do Perussulo: “a finalidade de vir até Araucária foi de economizar distâncias. Nós trabalhávamos em Higienópolis (Curitiba) e a distância até a refinaria era mais ou menos 20km, ou até mais. E era um vai e vem, carregava-se o caminhão, ia até a garagem, voltava e depois ia buscar o asfalto. Era muito demorado o transporte, então, a visão do Amadeu foi ficar perto da refinaria. Naquela época, quando viemos para cá, daqui até a Repar era um instante, não tinha nada, era uma reta vazia até lá. Aqui, neste galpão (atual sede) não tinha divisão nenhuma, bem diferente do que é hoje”.
A alteração contratual da sede para Avenida das Araucárias, 5126, Bairro Ciar, na cidade de Araucária/PR, aconteceu em abril de 1986, período no qual a empresa contava já com aproximadamente trinta caminhões para atender todo o estado do Paraná. Nesta fase também é importante destacar a parceria que Amadeu manteve com a Chevron do Brasil, empresa americana de distribuição de produtos asfálticos, que contava com a B.Greca como sua principal transportadora. Esse estreito relacionamento manteve-se até a década seguinte, quando em 1995 a Chevron finalizou suas atividades aqui no Brasil, culminando com a concessão que a B.Greca recebe para distribuir asfalto.

Distribuição de asfalto:
muito além do serviço, a busca de soluções (Anos 90)

Os anos 90 começaram com novas expectativas para os brasileiros, mesmo que tímidas. Afinal, na década anterior, o país amargou a desaceleração da sua produção industrial e crescimento e viveu sob um regime inflacionário sem igual em sua história. Com o primeiro presidente eleito por voto direto após o Regime Militar, em 1989, veio o Plano Collor, a abertura do mercado e o início das desestatizações.
A B.Greca, há alguns anos instalada em Araucária, aumentava ano a ano sua frota de caminhões, com sua política de renovação constante e trabalhava para fidelizar seus clientes. Diante do país em movimento e importantes transformações, era chegada a hora de aumentar a área de atuação. Foi com essa proposta que Clóvis Fernando Greca, filho de Amadeu, assumiu em 1990 a primeira filial da B.Greca, em Paulínia, no estado de São Paulo. Era a primeira das demais que logo foram criadas, como aconteceu três anos depois, com as unidades em São José dos Campos, em São Paulo, e na cidade de Serra, no Espírito Santo.
Com a marca GRECA ganhando cada vez mais espaço no país, já consolidada como a transportadora de asfalto e com uma estrutura cada vez mais sólida, crescente em número de colaboradores, caminhões e carretas, que a B.Greca daria um dos mais importantes saltos de sua trajetória: conquistar a concessão para distribuir asfalto. “Sem menor medo de errar, foi essa a grande jogada: optar pela distribuição do asfalto. Foi uma decisão corajosa porque implicava num compromisso muito grande, principalmente financeiro. Foi uma jogada arriscadíssima porque a GRECA ia pegar pela frente concorrentes fortes, mas o Amadeu não se intimidou. É claro que ele deve ter ponderado, pois era uma decisão difícil, mas o que ele fez: reuniu-se com os filhos, conclamou-os a lutar com ele e os filhos toparam:
– Vamos lá! Se depender da nossa ajuda, nós vamos nos ombrear, brigar lado a lado e vamos encarar”, segundo as palavras de Percy Rigotto, Assessor da Presidência, que havia ingressado na equipe nessa época.
A participação dos outros filhos de Amadeu, Josiane Greca Schmuck, Marcos Rogério Greca e, um pouco depois, Juliane Greca, foi decisiva na nova fase que a empresa iniciava. Cada um assumiu uma área, financeira, operacional e comercial respectivamente e, com a distribuição de asfalto, que já estava inscrita no objeto social da B.Greca desde 1992, puderam viabilizar o momento de maior expansão comercial e estrutural da empresa.

PRODUÇÃO DE ASFALTO:
MUITO ALÉM DO CONVENCIONAL
(ANO 2000)

Os últimos anos da década de 90 foram de intensa expansão para o grupo GRECA Asfaltos. Era preciso criar novas oportunidades e ampliar seus serviços diante das possibilidades que o próprio grupo semeou ao longo da sua trajetória e das novas características do mercado. Nesta época entram em cena as concessionárias de rodovias, que no Paraná começam a atuar a partir de 1996 e que passam a demandar produtos mais duradouros e com melhor custo-benefício. Não por acaso, no ano seguinte foi criado o Centro de Pesquisas, Desenvolvimento e Inovação GRECA Asfaltos, que marca o início da industrialização do grupo para produtos asfálticos e onde, desde então, são elaborados soluções inovadoras e de qualidade. Já em 1997 o primeiro produto fabricado pela GRECA foi a Emulsão modificada com polímero. Nessa época também já aconteciam os estudos e pesquisas para o produto que mudaria não apenas a história do grupo, mas do mercado brasileiro de produção de asfalto e pavimentação: o asfalto-borracha. No final de 2000, com dois anos de pesquisa, investimento e a necessidade de respaldar cientificamente o Asfalto-borracha, foi realizado convênio de cooperação técnica com o Laboratório de Pavimentação (LAPAV) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, considerado referência nacional em pesquisas rodoviárias. Com essa parceria foi lançado o ECOFLEX, o asfalto-ecológico da GRECA Asfaltos, com a proposta de consumir pneus inservíveis e melhorar as propriedades do asfalto comum. Para o Engº. José Carlos Massaranduba, Diretor Técnico do Grupo, conhecido por todos como “Massa”, foi a partir do pioneirismo e da inovação do asfalto-borracha que a pesquisa da GRECA evoluiu muito. E assim pode-se observar nos anos seguintes com a criação de produtos e serviços como G-Bond, Capspuma, CM-Imprimação e muitos outros. E, a partir da melhoria dos asfaltos tradicionais com polímeros e pó de borracha, a GRECA passou a investir cada vez mais para aperfeiçoar tais produtos e importou equipamentos de laboratório para a execução de testes e fabricação de ligantes em escala laboratorial. Também foram construídas instalações industriais com reatores de misturas com tecnologia própria e nos anos seguintes, as fábricas existentes foram ampliadas e novas foram construídas. Destaque para a inauguração, em maio de 2007, da unidade de asfaltos modificados com borracha e polímeros de Betim (MG), resultado da incorporação da FEAMIG Asfaltos, pois com esta o Grupo GRECA Asfaltos completou quinze unidades de distribuição de asfalto, das quais oito com fábricas de asfaltos modificados e emulsões, todas estrategicamente localizadas no território nacional.

Responsabilidade

Com uma evolução surpreendente, fruto de muito trabalho e visão de oportunidades, o Grupo GRECA passou a ser um dos maiores e mais importantes distribuidor e produtor de asfalto do cenário nacional. E foi muito além do convencional, sendo pioneiro em produtos com melhor rendimento, custo-benefício e, principalmente, que respeitassem o meio ambiente. No caso do asfalto-borracha, até hoje, já conseguiu reaproveitar mais de 8 milhões de pneus inservíveis, transformando-os em um produto de desempenho excepcional. A preocupação de Amadeu e de seus filhos Clóvis, Josiane, Marcos e Juliane durante o progresso do Grupo não era apenas crescer, mas crescer com responsabilidade e consciência de que sempre poderiam fazer mais e melhor. Tanto que em 2004 a empresa adquiriu uma área de 24.000m² adjacentes às suas instalações em Araucária, com cerca de 20.000 exemplares de mata nativa da região, onde também foram plantadas 500 mudas de árvores frutíferas para alimentar os representantes da fauna local. Outra ação importante, desde 2006, é a colaboração direta do grupo com o Instituto Recriar, em São José dos Campos (SP), que tem como missão promover transformações pessoais e modificar as condições sociais de crianças, a partir de oito anos de idade, que estudam em escolas públicas mediante educação complementar. E com a consciência de que ainda há muito mais pra fazer, a GRECA Asfaltos reestruturou-se administrativamente com novos cargos executivos e planejamentos. “Para ter futuro é preciso fertilizar nosso solo, investir em novos talentos que possam perpetuar a empresa, que compartilhem a nossa motivação de trabalhar em um país com tanto para ser feito”, como afirmou o Diretor Clóvis Greca. É com essa visão responsável com o meio ambiente, consciente de sua capacidade, aliada à qualidade, agilidade e atendimento, que desde sua fundação lhe foram características, que a GRECA Asfaltos chegou até aqui.

 

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