Ao lembrarmos a epopeia que representou a construção da usina hidroelétrica de Itaipu, ressaltamos a valorização do homem como capaz de gerar obras gigantescas como essa, a qual é reverenciada pelo mundo inteiro como, além de grandiosa, uma bela obra de engenharia.

ECOFLEX em Itaipu

Desde a sua concepção e os primeiros estudos realizados para a sua viabilização, não se imaginava o desenvolvimento acelerado que esse emprendimento provocaria na região. A usina de Itaipu não trouxe somente a energia planejada e necessária às duas nações investidoras, Brasil e Paraguai; canalizou também
através da força das águas do Rio Paraná o incontestável desenvolvimento em toda a sua volta.
Foi em 1973, após os técnicos percorrerem o rio de barco em busca do ponto mais indicado para a construção da barragem, brasileiros e paraguaios indicam um trecho do rio conhecido como Itaipu, que, em tupi, quer dizer “a pedra que canta”. Já no ano de 1974 deu-se início à sua construção com a portentosa
mobilização de trabalhadores e máquinas, tanto que entre 1975 e 1978, mais de 9 mil moradias foram construídas nas duas margens para abrigar os trabalhadores. À época, Foz do Iguaçu era uma cidade com apenas duas ruas asfaltadas e cerca de 20 mil habitantes, em dez anos, a população passa
para pouco mais de 101.000 habitantes.
As obras da barragem chegam ao fim em outubro de 1982. Mas os trabalhos na Itaipu não param. O fechamento das comportas do canal de desvio, para a formação do reservatório da usina, dá início à operação Mymba Kuera (que em tupi-guarani quer dizer “pega-bicho”). A operação salva a vida de 36.450 animais que viviam na área a ser inundada pelo lago, dando início a uma forte concientização voltada à preservação do meio ambiente, minimizando o impacto que uma obra de tal monta provoca.
Ainda hoje a usina de Itaipu é a maior usina hidrelétrica do mundo em geração de energia. Com 20 unidades geradoras e 14.000 MW de potência instalada, fornece 16,4% da energia consumida no Brasil e abastece 71,3% do consumo paraguaio. Mas não é só isso, ela promove importantíssimas ações sociais, ambientais e ecologicamente corretas em uma considerável área de abrangência.
Uma dessas ações ecológicas deu-se recentemente através da restauração de sua malha viária interna com a utilização de concreto betuminoso à quente, dosado com ligante asfáltico modifi cado por pó de borracha de pneus inservíveis, o ECOFLEX, fornecido pela GRECA Asfaltos pioneira na tecnologia do asfalto borracha no Brasil, e executado pela Via Venetto Construtora.

ECOFLEX em Itaipu

A GRECA Asfaltos sente-se orgulhosa em fazer parte, agora, de um pouco dessa magnífi ca história, nem que seja em meio a uma camada de concreto betuminoso, muito fi na, quase que insignifi cante face à imponência de seu concreto armado, mas igualmente importante para o dia a dia daqueles que por ali se deslocam com segurança para garantir o bom funcionamento da maior máquina geradora de energia limpa e renovável da Terra. No Brasil já são mais de 4,0
milhões de pneus inservíveis que a GRECA Asfaltos deu destinação nobre ao incorporá-los através de seu pó moído nos ligantes asfálticos, melhorando o seu desempenho ao invés de se transformarem em um grave passivo ambiental.
A contabilidade ecológica se reverte em 4.000 km de rodovias pavimentadas em nosso País, somente com a tecnologia da GRECA Asfaltos. E esse número cresce a cada dia em favor da saúde pública, livrando a população de mais focos de proliferação de mosquitos transmissores de doenças e da contaminação de nossos recursos naturais, levando em consideração que um pneu demoraria mais de 600 anos para se decompor.

ECOFLEX em Itaipu

A usina hidroelétrica de Itaipu presta a sua importante contribuição também nessa área, pois através de seus 21 km de vias internas, recapeadas com a utilização do ECOFLEX, o asfalto ecológico e fl exível da GRECA Asfaltos, retira em torno de 21.000 pneus inservíveis de circulação, além de adquirir um produto de excelente qualidade, já testado e aprovado pelo meio acadêmico e setor rodoviário nacional ao longo dos 10 anos, desde o seu lançamento.

Fonte de informações: site da Usina de Itaipu www.itaipu.gov.br

Elaborado por:
Eng. José Carlos M. Massaranduba – Diretor Técnico GRECA Asfaltos

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